Quatro engenheiros
Equipe pequena focada em testes de intrusão para fintechs. Decidimos não revender software desde o primeiro contrato. Essa escolha definiu o resto.
Começamos em 2014 como uma equipe de quatro engenheiros que conduzia testes de intrusão para fintechs paulistas. Hoje somos uma prática consolidada com dezenove especialistas, centro de operações próprio e clientes em quatro estados.
Quatro momentos em que a NuvemDelta tomou decisões estruturais — e o que aprendemos com cada um.
Equipe pequena focada em testes de intrusão para fintechs. Decidimos não revender software desde o primeiro contrato. Essa escolha definiu o resto.
Inauguramos o centro próprio em São Paulo. Substituímos parcerias terceirizadas por equipe analista interna, com turnos cobrindo as 24 horas.
Reorganizamos a oferta após a entrada em vigor da lei. Conduzimos a adequação de mais de quarenta clientes no primeiro ano da norma. Trouxemos um sócio jurídico para a sociedade.
Estabilizamos o quadro em dezenove pessoas. Recusamos crescimento por volume — preferimos manter qualidade técnica e líderes com permanência longa por engajamento.
Quatro líderes técnicos respondem pelas frentes da prática. Cada engajamento é alocado a um deles e permanece sob sua responsabilidade até a entrega.
Sócio fundador e líder de avaliação ofensiva. Quinze anos em testes de intrusão. Mestrado em criptografia pela Unicamp. Responde também pela frente de segurança ofensiva.
Sócia desde 2017. Conduz a frente de governança e conformidade. Encarregada de dados pela operação da NuvemDelta. Especialização em direito digital pela FGV.
Sócio em 2019. Lidera o centro de operações e a frente de resposta a incidentes. Treze anos de carreira em SOCs, incluindo passagem por uma operação multinacional no Japão.
Sócia em 2022. Frente de arquitetura em nuvem e segurança de cargas distribuídas. Onze anos em engenharia de plataforma, com passagens por operações financeiras de grande porte.
Quatro valores que aplicamos em contratação, condução de projetos e relacionamento com clientes. Não são frases de parede — são critérios de decisão.
Recusamos urgência manufaturada. Diante de um incidente, a primeira tarefa é estabelecer fato — não a velocidade da reação. Erro sob pressão custa mais que cinco minutos a mais de análise.
Cada recomendação vem com o critério aplicado. Se a fundamentação não couber em duas frases legíveis para a diretoria do cliente, ela ainda não está madura para o relatório.
O analista que iniciou o projeto é o mesmo que entrega. Não há rotatividade entre fases. A equipe é estável o suficiente para sustentar esse compromisso.
Se um pedido está fora do nosso domínio, dizemos. Indicamos parceiro quando faz sentido. A prática se mantém boa porque mantemos o perímetro estreito.
A primeira reunião é com um dos líderes da prática — não com um comercial. Discutimos contexto, identificamos prioridades e indicamos se faz sentido prosseguir.